dos resultados e das leituras

o expresso on line apresenta uma peça algo interessante sobre resultados escolares, eficácia escolar e trabalho dos profes;

coisas que pela terra fariam cair o carmo e a trindade mas que, pontual e circunstancialmente, são faladas à boca pequena, por uns e por outros, por exemplo:

as qualificações com que se apresentam à entrada da profissão não têm nenhuma relação com o facto de os alunos aprenderem ou não; [então para quê a prova de avaliação à entrada da profissão?]

O que devemos fazer é definir metas, como foi feito com os alunos, e competências a atingir em cada etapa do seu desenvolvimento profissional [há profes parados no espaço e no tempo mas que se auto avaliam como excelentes, não terão espelho]

as competências não são só pedagógicas. A capacidade de se adaptarem aos alunos que têm pela frente e definirem diferentes estratégias, de comunicação, de se relacionar com pais, colegas e diretores são igualmente importantes [enfim, sem mais...]

seria redutor resumir a avaliação a isso [à competências cognitivas] se essa componente não tivesse qualquer relação com outras que também são adquiridas na escola [mas há quem se remeta e circunscreva a isso, como se mais nada houvesse ou valesse]


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