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A mostrar mensagens com a etiqueta coisas minhas

da economia

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e da escola;

este é um blogue sobre a escola e sobre a sala de aula;

mas, na escola e na sala de aula, também entraa vida como ela ée o que dela faz parte;

as notícias de hoje, ao darem conta da significativa taxa de crescimento portuguesa no 1º trimestre, mostram que há sempre alternativas - por muito que digam que não;

há sempre mais que uma forma de esfolar coelhos, dar conta do recado, cumprir promessas;

também na escola e em sala de aula, há sempre uma outra forma, um outro modo de atingir resultados;

crise? que crise?

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estive por fora, a ouvir coisas;

retiro duas notas, nada simpáticas;

o Prof. Licínio Lima chuta, na sua conferência, que as ciências da educação se encontram em crise;

estranhei, franzi o sobrolho;

questionei-me se esta crise é aquela crise da escola que vem de há muito;

no final do simpósio e a considerar o que vi e o que ouvi, dou-lhe razão;

direi que há ou que se faz sentir uma crise temática, conceptual;

temas chouchos, frouchos,

quase todos a atirar para trás, para o passado, desconexos de um presente e menos ainda dos futuros;

temas e comunicações de conformidade, sem risco e mais pobres ainda de criatividade, sem ousadia...

a merecer uma revisitação mais aprofundada, mas direi que o problema das chamadas ou ditas ciências da educação são problemas de desligamento entre problemas e soluções, entre análise e prospetiva, entre o que tivemos e o que que temos e o que queremos;

isto é, todas as ciências que deixam de articular problemas e soluções, análise e propostas correm o risco…

sushi alentejano

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tábém, pronto

cliquem para apreciar


sobre o conhecimento

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ou sobre a ciência;

apenas pretendo destacar que a ciência, o conhecimento serve tudo a todos, consoante o gosto;

o título do i é ilustrativo e recorda uma outra situação, aquando do aeroporto da Ota onde os estudos diziam tudo e o seu contrário;

se assim é, não se confundam situações, à ciência o que é da ciência, à decisão o que é da política (as decisões, pois claro);

aprender

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e em pausa, tenho tempo ou, melhor dito, disponibilidade, para escrever sobre coisas que gosto;

preparo resumo/proposta de comunicação - chamo-lhe "autobiografia do insucesso";

afinal, passa por Aprender no Alentejo;

este ano não tenho hipóteses de ir a mais lados, fico-me por perto, por casa

não é mau de todo;

balanço

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o balanço do período foi algo assim a modos que...

por um lado, menos bom; as médias das turmas desceram, como atribuí níveis dois como há muito não me acontecia;

por outro lado, foi menos maus; as descidas aconteceram em todas as disciplinas, enquanto profes ficámos assim sem saber, nem perceber o que se passa;

podia ser numa ou noutra disciplina, antipatias, falta de simpatias, gosto ou falta dele; mas não, cruza disciplinas, áreas e remete para a indiferença, para uma completa displicência relativa ao trabalho escolar;

porquê? que razões?

finalmente, foi bom, a turma que é a minha DT portou-se acima das expetativas e disso dei conta no ComRegras; impecáveis;

presente

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final do período e as "atarefações" foram significativas;

não deu para conciliar entre esta escrita e os afazeres do quotidiano em fim de período;

acresce que estive em formação no âmbito dos centros qualifica; sobrou muito pouco para escrever;

mas estou presente e agarro a pausa em termos de escrita

sobre a flexibilidade

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o governo, a tutela parece que interrogou umas quantas escolas para as "convidar" a integrar a experiência da flexibilidade curricular;

segundo sei por algumas daquelas onde o convite se deu, discussão parece que não houve; conversa também não, auscultação de vozes e/ou sensibilidades ou foram escassas ou não existiram;

mas querem fazer a coisa com quem?

quem é que tem que assumir a flexibilidade? diretores ou professores? alunos ou comunidade?

há coisas que começam tortas

desinteresses

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estou como os gaiatos à escola, desinteressado, cada vez mais desinteressado do facebook;

cada vez mais se parece com aquela afirmação de m. da fonseca que peço desculpa de não reproduzir adequadamente, a minha praça é o meu mundo, o meu mundo é a minha praça;

banalidades, vulgaridades e trivialidades;

afinal dá conta do que somos;

Adérito Sedas Nunes

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é figura incontornável na ação social e na sociologia portuguesa;

junto as duas (ação social enquanto intervenção cívica e sociologia enquanto disciplina e área de estudo teórica) para dizer que uma não existe sem a outra - ação não existe fora de um dado campo teórico, como a teoria não se operacionaliza por si e precisa de um campo de ação prático;

hoje, quando muitos dizem e defendem a prática a teoria torna-se essencial para perceber essa mesma prática;

mas não há prática sem teoria;

o ensaio é algo rebuscado, certamente de jovem investigador que se afirma pela vernacologia e se esquece, por vezes, do autor; mas que é interessante é

vale a pena conhecer quem foi ASN;

falta de

qualquer coisa; ou de falta de palavras para a descrever, ou apenas decoro para não me esticar publicamente - que fica sempre menos bem, mais ainda a um stor;

mas,

dizem que sou candidato a diretor - de escola em que nem sequer sei se estarei quando isso se colocar, se é que se colocará e se estou ou estarei interessado;

à falta de resposta, porque a minha indiferença é marca, dizem que estou a fazer-me a acho socialista;

e porque não uma panela;

dizem isto e mais aquilo, em assumidas insinuações de mesquinhez, dor de cotovelo e simples e mera estupidez;

e digo mais, é ESTÚPIDO,

mas se ficam felizes, quem sou eu para contrariar;

Da primavera

Pelos lados do Alentejo central a primavera surge envergonhada, cinzenta;

O dia está feinho, cinzento, nublado, com salpicos aqui e ali.

Mas é primavera, valha-nos isso;

coisas

ou serão contradições?

não sei

se não fazemos dizem que há resistência à mudança, que somos meros funcionários, que não pensamos nem agimos como professores;

se fazemos dizem que somos chicos espertos, que há uns que têm mais a mania que outros, que se está a fazer ao poder;

se não fazem é monotonia, rotina, funcionalização

se fazemos é porque quer tacho, poder, ou dar nas vistas

seja o que for, bardamerda às dores de cotovelo, à mesquinhez, aos ignorantes

à mulher

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a minha junta de freguesia distribuiu às mulheres um poema de Florbela Espanca;


Um ente de paixão e sacrifício, De sofrimento cheio, eis a mulher! Esmaga o coração dentro do peito, E nem te doas coração, sequer!
Sê forte, corajoso, não fraquejes Na luta: sê em Vénus sempre Marte; Sempre o mundo é vil e infame e os homens Se te sentem gemer hão-de pisar-te!
Se à vezes tu fraquejas, pobrezinho, Essa brancura ideal de puro arminho Eles deixam pra sempre maculada;
E gritam então vis: "Olhem, vejam É aquela a infame!" e apedrejam a pobrezita, a triste, a desgraçada!


das notícias

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será contradição o secretário de estado afirmar que história e geografia (as humanidades) teriam mais horas no horário e agora passarem a regime semestral?

terá esta opção alguma continuidade com aquilo que, em tempos, n. crato anunciou com as disciplinas estruturantes?

será que a partir desta opção de política educativa (disciplinas semestrais) que acrescem a já existentes (TIC/ET) perspetivará algum sentido de (re)organização da escola por semestres (e não calendário religioso)?

inquietações

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sou, por natureza, inquieto e irrequieto;

procuro sempre mais, nunca está completo, nem completamente pronto;

no que diz respeito à escola então é mesmo o meu defeito;

desta feita, uma forma de partilha e colaboração - com profes mas também com alunos - a partir daqueles que são hoje predominantes em sala de aula, o quadro branco;

um quadro branco interativo

o problema é saber parar, saber dosear a coisa, para que a rotina não se instale, nem se caia no excesso das variações;

toons

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de brincadeiras, não fosse eu do tempo dos looney toons - coisa maravilhosa;

gostava eu de ter mais tempo, ou, pelo menos, não tanta pressão em cima, para poder explorar algumas coisas que vou por aí encontrando e são tantas;

dei agora com uma alternativa ao power point, prezi e coisas que tal - de nome PowToon;

vejam, eu já experimentei e é uma maravilha, aguardo pela reação dos alunos;

olhares

externos de dentro;

bloco de 45', dedicado a apresentação dos trabalhos de dois grupos de alunos;

por via de um excessivamente pesado e de uma internet lenta, a coisa atrasou-se

aproveitada para dar indicações sobre o que se segue - tema, propostas, conteúdos;

mas a coisa atrasou e entretanto chega a docente seguinte, para os outros 45 minutos;

pergunto-lhe se me concede uns 5 ou dez minutos para que o último grupo possa apresentar; que sim, força e apresta-se a sair;

convido-a a ficar; assiste à apresentação; no final peço-lhe comentários que elas faz; gostei e avaliou e comentou; foi bom...

fica marcado trabalho conjunto para o terceiro período; vamos ver se consigo juntar a área social (história, geografia, línguas, visual) para dinamizar projeto e não apenas problemas;

coisas locais

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notícias boas, sim senhor;

mas, permitam-me perguntar, para fazer o quê? quem dinamiza o espaço? que projeto ou que plano de dinamização tem o município?

estou certo que todos concordaremos que o espaço precisa de requalificação e não é o único;

estaremos de acordo que mais vale tarde e em ano de eleições, que nunca;

mas digam-me uma coisa, quem souber, qual o plano cultural de ação e dinamização para/do espaço, o que está previsto nele acontecer? quem se chama ou que parcerias (ou contratualizações ou projetos) se perspetivam?

fico, sentado, à espera e curioso

biorritmo

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este meu cantinho não me deixa dizer mentiras e as minhas contradições podem ser apanhadas em contra pé com relativa facilidade;

isto se alguém andar a vasculhar lá para trás o que escrevi; aqui ou nos outros lados por onde passei;

isto para dar conta que fevereiro sempre foi o meu mês mais baixo de ânimo, vontade, força;

chegado a este segundo mês do ano, estou que na posso;

dificuldades de concentração, de criação de foco, abaixamento de rendimento de trabalho; maior impaciência;

enfim, estou desejando o sol da primavera;