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das notícias

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será contradição o secretário de estado afirmar que história e geografia (as humanidades) teriam mais horas no horário e agora passarem a regime semestral?

terá esta opção alguma continuidade com aquilo que, em tempos, n. crato anunciou com as disciplinas estruturantes?

será que a partir desta opção de política educativa (disciplinas semestrais) que acrescem a já existentes (TIC/ET) perspetivará algum sentido de (re)organização da escola por semestres (e não calendário religioso)?

inevitável

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o processo de desconcentração, descentralização e reorganização política e administrativa;

não tenho grandes dúvidas que a modernização administrativa passa por aproximar serviços do público em geral;

não se me oferecem grandes dúvidas que muitos de nós irão tremer por questões político-partidárias;

que se irão invocar situações e questões de clientelismos, compadrios, amiguismos, and so on, como se a centralização burrocrática não tivesse isso mesmo, não padecesse de males;

a questão central passa, no meu entendimento, por reforçar não só a delegação de poderes e competências, como pelo reforço da participação e envolvimento dos diferentes profissionais;

que não nos desliguemos, que não desmobilizemos, que não nos tornemos indiferentes nem alheados do que se passa, pode ser a melhor oportunidade de reforçar capacidades e competências;

da prescrição

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aproveito brincadeiras do antigamente que circulam por aí para dar conta, pela imagem, daquilo que que muitas escolas (diretores mas também professores) gostariam de ter nos seus recantos,

uma intensa quanto apertada descrição e prescrição do permitido e das consequências da sua fuga;

atente-se que não é apenas uma prescrição pública, isto é, não trata apenas daquilo que é permitido, mas também e em particular de como é permitido na descrição (e prescrição) da moda;

finalmente e não menos interessante na associação com a escola que temos, o facto da inimputabilidade das crianças, ou seja, não são consideradas

coisas do passado

que muitos gostariam de rever - obviamente que sob outras formas

coisas das regras

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aprendi há algum tempo que as regras, nomeadamente as definidas na legislação são um pau de dois bicos;

tanto podem ser a força dos fracos, daqueles que têm escassez de ideias e assumem a legislação enquanto refúgio de algumas arbitrariedades, espaço e oportunidade de imposição de opções pessoais/individuais - há tanta gente assim;

esta opção, por que é de opção que se trata (tenha por base autoritarismo ou decorra de mera ignorância ou incompetência) coloca em suspenso a organização, fica-se à espera de novas normas e outras regras (definidas externamente ao contexto) para que se possa pensar de outra forma, agir de outra maneira;

mas a legislação pode também ser estímulo e incentivo criativo a lideranças dinâmicas e mobilizadoras, mediante o desafio do fazer, da ação, de imaginação e criatividade legal, aquilo que L. lima designou de "infidelidade normativa";

esta opção é mobilizadora da ação e (re)criadora de sentidos coletivos e da ação individual; é, geralmente, onde ap…