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flexibilidade, para que vos quero

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a questão da flexibilidade não pode, nem deve, funcionar por si;

coisa óbvia, mas, por aquilo que oiço e leio, não é parece assim tão clara;

a flexibilidade (curricular, organizacional, escolar, pedagógica, profissional, ou o que se entenda) deve funcionar como capacidade de adaptação de respostas (soluções) a problemas;

passar da rigidez industrial e organizacional

que carateriza a escola desde o início do século XX, para além das sempre saudáveis ilhas de diferenciação,

para uma rigidez assente em pretensa flexibilidade mais vale estar quieto;

a flexibilidade, como tudo, deve responder a problemas

e, para além disso, deve ser encarada como estratégia de um trabalho;

a questão é que muitos não fazem a mínima ideia de como utilizar a flexibilidade;

além do mais implica alterações a rotinas do quotidiano, coisa que em muitas escolas preferem estar mal do que experimentar alternativas;

dos outros

coisas escritas para ler devagar e com atenção;

Um ponto de partida para uma mudança necessária da escola

currículo

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sessão nº. 3 de uma ação de formação que decorre na escolinha por onde ando;

primeiro, à semelhança dos pais de filhos turbulentos ou problemáticos, que, o mais das vezes, falham as reuniões, pena que alguns profes não tenham estado para ouvir a conversa;

não sei se perceberiam, mas seria, no mínimo, interessante ver a cara de alguns; como foi dito, é mesmo uma questão de maturidade docente;

hoje foi sobre o currículo com intervenções que deixaram água na boca e vontade de conversa;

na mesa j. pacheco e a. rodrigues,

ele uma figura incontornável do tema, a outra uma prática que encara a sala de aula na sua dimensão mais social;

+ democracia

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recebi o questionário referente ao modelo de gestão para as escolas do básico e secundário;

a grande questão é mesmo de feitio e não de modelo, digo eu;

as diferentes questões remetem para duas áreas que dificilmente se conseguem equilibrar, a não ser por opções assumidamente políticas - isto é, escolhas das pessoas;

uma na área do modelo de gestão enquanto modelo de política educativa, uma outra quanto ao exercício e aos modos de ação pessoal/individual do gestor;

e, no meu entendimento, parte e mistura dois pressupostos que não são fáceis de conciliar;

um diz respeito ao caráter e à personalidade do diretor/gestor que, por razões de controlo, se afirma entre um cargo unipessoal e outro colegial como se isso fosse remédio para os devaneios de muitos;

segundo mistura órgãos de topo com órgãos intermédios, misturando nessa ideia, lógicas e modelos de gestão - aqueles que consideram a escola enquanto sistema público de ação coletiva, e aqueles outros que equiparam a gestão escolar a um…

Projeto educativo

Pela segunda vez num algo escasso período de tempo, participo, dou o contributo para a elaboração de projetos educativos;

Foi naquela que é, para todos os efeitos, a minha escola, é agora naquela onde estou;

Tenho consciência que, ao pedirem contributos, corro o risco de ser entendido assim a modos que... como entenderem;

Mas eu dou

Desde já considero que faltam três coisas essenciais (de resto como na maioria dos projetos que conheço) :

Elementos que assegurem a participação na organização e nos processos de decisão (que vão além do legislado)

Formas de auto regulação (habitualmente os diretores não gostam que lhes limitem a decisão);

O assumir (de forma algo clara) o como atingir, alcançar aquelas simpáticas visões de escola; na generalidade remetem para os outros (para objetivos, indicadores, outros planos) e não assumem opções, o como lá chegar (e está uma dimensão fundamental de política local);

e continuamos a conversar

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depois de um manifesto (que não foi uma manifestação) ter juntado tantos e tão diferentes autores da blogosfera educativa, o pessoal gostou e continua junto - pelo menos na escrita;

a ideia é simples, há quem lance um temaa partir do qual se cruzam olhares, estabelecem diálogos, trocam perspetivas; tudo na escrita de cada um e no seu cantinho, dando conta dos outros pontos de vista;

e está lançado o primeiro tema, as férias escolares;

já escrevi algumas coisas (e ainda hoje irão surgir +) sobre o tema que o Alexandre nos propõe, dando origem a comentário que torna visível algumas das ideias que circulam em seu redor - o trabalho dos professores, as funções e missão da escola, a relação com o mercado, entre outros;

a partir do texto (de arranque) do Alexandre há duas ideias que destaco e que considero essenciais;

de um lado, a função social da escola; entre as reconfigurações a que a escola tem sido sujeita uma delas passa pela guarda da criança; queira-se ou não, concorde-se ou não à…