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de volta ao passado

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o ataque informático do qual muitos foram vítimas

(apesar de não conhecer ninguém afetado, apenas a esposa, saúde, ficou condicionada no acesso ao seu e-mail profissional)

mostra a vulnerabilidade dos tempos e das organizações;

antes, por falta de luz ou simplesmente por falta de zelo, lá se ia a informação; hoje vale dinheiro, ainda que pouco, mas provoca grandes dores de cabeça;

na escolinha, desde o início do ano, que a informática tem estragado estratégias, planos de aulas e dado muita dor de cabeça a muito boa gente;

mesmo a gente que pouco utiliza a informática

mas somos todos obrigados ao livro de ponto

de tal forma cansados da informática que, na semana passada, havia quem pedisse o regresso do livro de ponto...

e dizem que a moenga é para continuar...

dinâmicas

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a escola é fixe as aulas é que são uma seca;

e nós, profes, que gostamos tanto do que fazemos e do que dizemos; exasperamos com a impaciência do aluno, com o bocejar, logo naquela matéria, logo naquele dia;

há conteúdos que nos envolvem e que, se pudéssemos, faríamos com que todos gostassem;

mas não podemos

mas podemos recriar dinâmicas, pegar nas ferramentas que temos à mão e tentar, experimentar, arriscar; fazer o mesmo... de outro modo, com uma outra roupagem;

são os mesmos conteúdos, são os mesmos objetivos, é a mesma preocupação que nos orienta; mas quando a coisa é nova... tem um outro enlace

dei agora com uma ferramenta que é um 4 em 1;

permite elaborar quizzes (testes) on line, com correcção feita e percentagem atribuída;

permite criar mapas mentais, dinâmicos, mexidos - ajuda sempre a fazer chegar uma ideia e as suas relações;

permite elaborar flash cards, isto é, jogos que permitem recordar datas, situações, acontecimentos, criar uma outra dinâmica de aula - e a brincar, br…

toons

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de brincadeiras, não fosse eu do tempo dos looney toons - coisa maravilhosa;

gostava eu de ter mais tempo, ou, pelo menos, não tanta pressão em cima, para poder explorar algumas coisas que vou por aí encontrando e são tantas;

dei agora com uma alternativa ao power point, prezi e coisas que tal - de nome PowToon;

vejam, eu já experimentei e é uma maravilha, aguardo pela reação dos alunos;

Redes sociais

e sala de aula, escola,uma coisa da qual tenho dado conta é a dúvida dos alunos sobre a utilização do Facebook para (em) contexto letivo e escolar; apesar de bem avaliado no decurso do 1º período fico com a ideia que, na cabeça dos alunos, existe uma separação de funções, entre redes sociais e escola (ou aprendizagem);uma coisa é a escola (e as suas dimensões mais formais), outra as redes sociais onde, pretensamente, o objetivo é socializar e não aprender; noto que ainda não existe na cabeça do alunos o princípio de aprender em qualquer lado, em qualquer altura; sinto neles aquela dúvida, afinal a sala de aula é um a seca e, quando não é, estranha-se...

tecnologia em sala de aula

sou um assumido adepto das tecnologias, particularmente no apoio ao trabalho do professor (na organização ou na dinâmica de sala de aula);

mas...

também dá para notar que a tecnologia pode ser um elemento de exclusão e/ou diferenciação pela negativa;

há alunos que a utilizam pela curiosidade, que a integram nas suas dinâmicas e nos seu trabalhos, que sabem ir além de uma utilização casuística, simplista e acrítica;

mas há alunos que não sabem ir além do simples clique, do deslizar pelo ecrã de forma passiva; estes correm o sério riscos de ficar para trás; e fico com a ideia que há muitos a ficarem para trás (a não saberem fazer uma pesquisa, a não saberem cruzar informação, a procurar fontes diferentes, a assumir a crítica ao exposto ou mesmo aos perigos da exposição);

no meio disto tudo, duas notas,

uma sobre plataformas de apoio ao trabalho e à relação entre aluno e professor, com base em portefólios digitais uma em https://www.creatubbles.com/ e outra em http://web.seesaw.me/;

uma …

Ferramentas

a notícia já tem duas semanas e tem circulado por aí;

agora fica também na residência aqui do lado;

trata-se das ferramentas escolares;

interessante quanto útil, mas que se diversifique, que vá por alternativas práticas, como as que mostra,

domínio brasileiro

somos muita bons mas quem manda é quem tem gente;

e o brasil manda na internet em português;

faça-se uma qualquer busca, sobre um qualquer tema e são milhões as páginas brasileiras enquanto as do lado de cá meia dúzia;

mesmo em sítios académicos, cada vez mais partilhados entre os dois lados do atlântico, o domínio brasileiro é feroz;

este predomínio não pressupõe, pelo menos de forma direta, qualidade, mas que no meio de tanta quantidade há coisas interessantes, lá isso há;

deste lado pt somos predominantemente consumidores, usufruímos do que por aí existe e definhamos;

o inglês americano substituiu o francês e depois o próprio inglês do velho continente tornando-se a língua dominante não apenas da internet mas global,

daqui a pouco, não restam grandes esperanças que o português será no sotaque de drumond e não de pessoa;

para consultar páginas no domínio pt é preciso filtros, tempo e paciência;

recursos para projeto

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a partir daqui uma síntese interessante sobre diferentes recursos suportes ao trabalho de projeto;

em tempo quente (muito quente, diga-se) oportunidade para, no regaço do fresco se pesquisarem e se perceberem quais nos podem ser úteis;

interessante perceber que há algumas (poucas) cruzam plataformas e, por isso mesmo, se podem tornar mais interessantes que outras;

contudo, o que torna uma aplicação interessante é o uso que lhe damos, os objetivos que nos ajuda a cumprir, as tarefas que são facilitadas;

é pensar, sempre, para que se quer e o que se pretende de uma aplicação; depois analisar a panóplia de alternativas e optar;

Apps para ensinar e para aprender na era mobile learning

eu sei que por estas bandas tenho ainda menos passantes - do que pelo facebook;

mas, muito sinceramente e reconhecendo o que de bom e mau têm as redes sociais, prefiro este cantinho;

talvez pela escrita, talvez por que nem sei quantos por aqui passam e não me sinto com qualquer obrigação - ou tristeza - por via de ter, ou não ter, os ditos likes;

talvez por aqui uma ou outra ideia passe mais sorrateiramente, mas que fazer...

desta feita deixo aqui uma indicação na onda do grupo pbl lovers e que agradeço à Amélia;

Apps para ensinar e para aprender na era mobile learning

coisas interessantes

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em tempos onde as tecnologias dominam e predominam, coisas interessantes que os docentes podem utilizar na dinâmica de sala de aula;

referencio o sítio


e destaco nele um sobre posteres, deveras interessante;

coisas

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e mais coisas que por aí andam e que são interessantes, estimulantes e desafiantes;

se estivesse no facebook colocaria uma daquelas carantonhas a dar conta que estou entusiasmado;

agora dei com uma página, oficial e institucional, que se pode revelar um mimo para a escola, para o trabalho docente, para o que conseguirmos fazer;

passem por lá e digam que estou errado, vá digam lá...

mais

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do mesmo, para os mesmos de sempre;

coisas que despertam apetite e curiosidade;

curiosidades que se partilham por aí, que nos são dadas a descobrir;

e nós preocupados com o nosso cantinho;


desadequação

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ora cá está o que digo e o que escrevo e o que defendo há muita tempo; 

mas agora dito, escrito e visionado por quem sabe da coisa e tem peso no nome, apesar de também ser manel, mas o apelido é castells

em jeito de resumo:


De acordo com o sociólogo, a escola sempre interpretou dois papéis: transmitir os valores dominantes da sociedade e informar os alunos. Porém, argumenta, a insistência em uma pedagogia baseada na transmissão de informação não pode mais existir, porque 80% da informação mundial está contida na Internet. O papel informacional deve ser reajustado ao dar poder intelectual. Não é a informação que deve ser ensinada, mas como buscá-la e combiná-la nos projetos pessoais de cada aluno. © obvious:http://obviousmag.org/sphere/2014/04/o-fim-da-educacao-contemporanea.html#ixzz4ALSp3bVS

Abril - sempre - Abril

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transcrevo, por que é abril, um apontamento meu publicado hoje no ComRegras;

a escola precisa de ser reinventada e re criada; arriscar e experimentar novas modalidades de apoios, outras estratégias de ação, outros métodos de trabalho, outras formas de organizar [o conjunto escolar e educativo].
torna-se essencial (re) definir o lugar da escola no contexto social, recriando-lhe sentidos e propósitos, redefinindo-lhe objetivos e estratégias, repensando currículo e programas, re equacionando as suas relações com o contexto.
Só assim poderemos enfrentar o insucesso, assente esmagadoramente no desinteresse, no alheamento, na indiferença que a escola e o trabalho escolar coloca à generalidade dos alunos. 
mas também só assim, redefinindo o lugar e o espaço social da escola poderemos gerir as situações de indisciplina, orientar os comportamentos mais desviantes e procurar, outra vez, como se abril fosse hoje, formar pessoas e não apenas dar cumprimento a indicadores - são importantes, mas escas…

coisas de agenda

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colabora semanalmente com o sítio ComRegras, vale a pena passar por lá; 
de tal forma vale a pena que se está a tornar um caso de sucesso e, por que não, com todas as referências para ser um eventual estudo de caso; 
isto por que habitualmente a agenda educativa é ditada e definida por uma de duas entidades, 
pelo governo, fruto de iniciativa e mobilização, tipo discussão pública ou puxar à agenda mediática aquilo que será do seu (do governo) interesse; 
da imprensa, que por isto ou por aquilo puxam a escola e a educação para a primeira página; 
ora o Alexandre, o editor do com regras conseguiu nos tempos mais recentes ser ele a definir e a ditar a agenda da comunicação social e a ser post de muitos e bons blogues; 
é obra e vale bem a pena

coisas que podem ser uma seca

os especialistas em educação crescem a olhos vistos;

já aqui o escrevi por diversas vezes e não me canso de o voltar a fazer, há especialistas em educação em cada um de nós - afinal, como há treinadores de bancada, chefs, governantes e políticos, que dizem que fazem mas que não têm partido;

cá nós somos assim, temos opinião para tudo e sobre tudo, não serve é para nada; a não ser dar seca a quem lê; na altura certa, nos sítios eventualmente adequados o pessoal furta-se à emissão de opinião, aí calamos e consentimos o que sempre

foi o meu caso, dei com esta posta, é cá uma seca,

dizem-se banalidades, vulgaridades e lugares comuns que até parecem coisa séria, mas é apenas seca

aos saltos

as redes sociais são realidades incontornáveis, escreva-se o que se quiser, diga-se o que se entender, pegue-se-lhe por onde entendam, pense-se o que se pensar;

assim que se escreve nas redes sociais, e aqui quase que me restrinjo ao facebook, e os passantes passam e passam e passam;

também se não queria que passassem para que escreveria eu, han...

sobre a colaboração

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para além das conversas, das retóricas e de ideias, há coisas que se vão construindo pelas vontades, pelas palavras, pelos convites;

dou hoje início a uma colaboração com o sítio ComRegras que nem sei onde nos levará - afinal o caminho faz-se caminhando;

é um sítio e uma abordagem algo diferente daquela que aqui costumo trazer, desde logo são notas mais extensas que o habitual, uma temática mais coletiva e genérica, menos polítizada mas sem perder a dimensão educativa; de quando em vez insurjo-me pela temática que originou o sítio, os comportamentos escolares, mas, o mais das vezes, falo de comportamentos sem os referir, sem os nomear por intermédio de causas, de processos, de implicações;

hoje surgiu o primeiro ponto da reta que se pretende traçar, se serão muitos ou poucoso s pontos que constituirão essa reta cá estarei (espero eu) para ver e para fazer com que sejam pelo menos alguns;

tecnologia

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capa do jornal destak de hoje; duas notas apenas;

o apelo - ou a indicação, para ser simpático e não dizer ordem - que os pais dão para a escola dos filhos, determinando, impondo, definindo em função dos seus interesses, lógicas, dinâmicas, estratégias e eventuais projetos; na ausência de uma ideia de escola existirão inúmeros diretores que vão atrás, como as baratas tontas, a responder ao solicitado como se fosse forma de agradar "ao cliente";

recentemente colocado numa escola recentemente intervencionada pela ParquEscolar não tenho rede, é soluçante e periclitante;

é o que temos, há quem mande (não interessa se bem se mal, se oportuno ou coerente com o que se faz) e temos os nossos contextos, essencialmente de sobrevivência;

interessante - ou talvez não

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referenciei o sítio ainda há pouco; não naveguei, apenas o apreciei;

afirma-se como uma «plataforma inovadora que integra a maior bolsa nacional de professores e formadores de Portugal»

direi que limpo, politicamente correto, funcional; imagens apelativas de jovens ambiciosos, crentes nas plataformas e nas tecnologias, nos objetivos e nos desígnios que o iefp e professores lhes traçam para alargar o mercado docente;

engraçado surgir logo após milhares de docentes ou de jovens que a isso ambicionavam, terem ficado de fora do sistema;