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desligado

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por opção

e talvez vocação,

já que estamos próximos do 13 de maio,

desligo-me do facebook e ligo-me, cada vez mais aos livros

e há livros que me deixam ... assim, a modos que...

um nobel que diz (quase) tudo

tudo se lê sobre o nobel da literatura; como se fosse uma surpresa...

destaco uma síntese de miguel esteves cardoso:

Dantes toda a literatura se dividia em categoriazinhas de merda – canções, contos, ensaios, reportagens, ficções, peças teatrais, poesia. O júri do Nobel tem feito o enorme favor de voltar a confundir tudo. 
e a escola e a sala de aula podem continuar na mesma, a ignorar este tempo, este mundo e estes modos?

como se traduz hoje a sala de aula e a escola perante esta reconfiguração dos modos de entender a literatura, a arte e a cultura do nosso tempo?

na página do facebook do grupo da disciplina já dei música aos alunos, afinal, é de história que se trata;

vozes à solta

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narrativas da escola; diria, mais prosaicamente, coisas sobre a escola;

um livro recente que, mesmo antes de começar o ano letivo e os afazeres normais da escola, recomendo vivamente;

é uma lufada de ar fresco neste tempo quente, lê-se bem, fluí, as palavras não nos prendem, as histórias seduzem-nos; reconhecemo-nos, quem é docente, quem é pai, quem vive a escola, nas histórias

serve, fundamentalmente, para nos falar
de uma escola humanista, contemporânea, implicada nas aprendizagens e no percurso escolar, no desenvolvimento e na socialização de todas as crianças e de todos os jovens. Uma escola responsável, agregando e otimizando diversidades e complexidades, trabalhando com a incerteza, refletindo implicadamente, investindo, reconstruindo a partir dos erros, na reelaboração de práticas solidárias, numa responsabilidade partilhada. Uma escola em que a criatividade e a qualidade substituem a mediocridade e o pessimismo instalados e institucionalizados. Uma escola protetora, um territ…

regressos quase perfeitos

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tinha referenciado o título há dias, ontem tive oportunidade de o comprar;

que maravilha;

sou suspeito, pois claro, sou um incondicional admirador da guerra colonial, não do ponto de vista institucional e/ou militar, mas social, cultural, político; não consigo imaginar o que terá sido retirar jovens com 18, 19, 20 anos de aldeias recondidas do nosso país, que nunca tinham visto outro céu que não o da sua aldeia e serem atirados para outro continente, deixados no mato, prontos para matar e defender a pátria; ao regressar que com olhos reviam a sua aldeia, o céu onde brincaram e amaram, as companhias que tinham deixado, os mais velhos que os questionavam sobre o orgulho que sentiam de ter o filho ao serviço da pátria;

por outro lado, estou, como todos aqueles que estejam acima dos 40 anos de idade, preso e amarrado ao que foi a guerra colonial; tive primos que a ela fugiram, a minha avó, em casamente de segundas núpcias, foi para luanda e dela guardo inúmeros postais que me enviou; um …