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dos outros

coisas escritas para ler devagar e com atenção;

Um ponto de partida para uma mudança necessária da escola

das propostas

ainda do estudo do ComRegras destaco as propostas para reduzir os índices de indisciplina;

já há coisa de dois anos tive oportunidade de participar num trabalho idêntico naquela que era então a minha escola; fiquei a falar sozinho; e vou percebendo do porquê;

as propostas sobre a indisciplina são uniformizantes, redutoras, penalizadoras de apenas um dos lados (quando quase todos apontam múltiplas referências - alunos, família, contexto), instrumentais;

engraçado que do conjunto de propostas apenas três visam os docentes,

Incluir na formação de base de futuros docentes uma componente teórico-prática de gestão/mediação de conflitos;
Fornecer ao corpo docente e não docente, atualmente no ativo, formação específica sobre como gerir/mediar situações de indisciplina escolar;
Apostar num regime de co-docência em turmas de maior insucesso escolar e/ou com problemas comportamentais.
duas assumidamente instrumentais, uma terceira que considero deveras pertinente mas que continua a ser vista como …

comportamentos

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ou da sua falta

o ComRegras apresenta o seu segundo estudo sobre indisciplina;

elementos a reter;

mas o que retenho é a ausência de situações designadas de indisciplinas nos distritos de évora e beja (é certo que não são os únicos, mas são estes que me atravessam);

viva a planura alentejana, a calma e a tranquilidade que atravessa este espaço que é, pelos dados da amostra, um oásis;

direi que é uma ausência de nós próprios, uma consequência do espaço, estamos sempre sozinhos, mesmo que estejamos acompanhados; não damos conta aos outros do que se passa cá por casa, silêncio e a o desconhecimento faz com que tudo permaneça na mesma, como se não existisse;

comportamentos que não são de indisciplina, mas que considero preocupantes...

Conhecer

O ComRegras pode ter muitas coisas mais ou menos boas; podem, sobre aquele projeto, dizerem-se muitas ou todas as críticas;

Mas, desculpem lá qualquer coisinha, tem a clara e assumida vantagem de permitir o conhecimento do que é feito; de dar a conhecer não apenas as coisas que são feitas na escola, como aquilo que se pensa sobre escola;

O estudo agora divulgado não só permite posicionar a minha pessoa e as minhas opções profissionais (no caso sobre os ditos tpc's), como permite um outro nível de conhecimento aquela que é a minha profissão;

Basta ver as notícias que são produzidas sobre o estudo e as considerações que são feitas;

digam lá se não permite perspectivar, sentir um ainda que leve cheirinho do que é a escola, das concepções e valores que essas considerações transportam...

explicas-me

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vai aparecer por aí, pela blogosfera, um novo projeto o explicas-me;

senti-me claramente lisonjeado pelo convite para integrar a equipa de lançamento; recusei delicadamente, ainda que por lá fique como "eventual" colaborador;

única justificação, não tenho mais vontade de escrever sobre pressão, nomeadamente de calendário; a que tenho chega-me, prefiro as minhas intermitências deste lado;

pela imagem que o projeto apresenta fico com a ideia que pode vir a dar que falar; como pela sua dinamizadora, ou, pelo menos, com quem tenho trocado teclas, a sensação que a coisa é séria, profissional;

solicitaram-me uma breve descrição deste meu blogue, para que conste deixei assim a dita cuja:

coisas das aulas, coisas de um professor de história sobre uma dinâmica de trabalho, o trabalho de projeto (ou estratégias de vinculação do aluno ao trabalho escolar), as vidas e as vicissitudes do que acontece numa sala de aula/escola;

balanço

balanço-me; ora para a esquerda, ora para a direita, numa tentativa de o equilíbrio ficar entre um dos dois pontos de cada ponta;

logo eu que faço três (3) balanços por ano;

um (social) por esta altura, afinal o que me ficou do que passou e o que perspetivo para o próximo;

um outro, mais pessoal, por altura do meu aniversário, período em que troco de cadernos e (re)crio capítulos;

e um terceiro por altura do final de cada ano escolar, assumidamente profissional,

como se fosse possível separar dimensões, isolar pretextos, compartimentar situações; logo eu que sou um pocinho de emoções por onde a razão flui, por vezes sem razão;

vítimas dos indicadores, este ano publiquei apenas 283 artigos (contra os 326 do ano de 2015, 11% menos); um e outro longe de um objetivo que tive em tempos, dois artigos por dia;

em contrapartida tive muito, mas muito mais visitantes; há um ano atrás andava pela casa dos 5 mil turistas e passantes; hoje estou nos 33 mil; o ano passado tinha uma média de passant…

Coisas muito minhas

Tenho consciência que a minha escrita, por vezes, não é fácil;

Que, talvez por essa via, não tenho ninguém em lista de espera para ler o que por aqui (ou por outros lados) escrevo;

Escrevo (quase) sempre em tons de contextos e circunstâncias pessoais, ainda que raramente privadas;

Direi que penso alto e dou conta que pensar incomoda muita gente; e pensar fora da caixa incomoda ainda mais;

Agora quando se estranha que a blogosfera anda amorfa, que as dinâmicas de partilha e troca de opiniões, comentários é escasso, pergunto aos meus botões

Porque é que que os blogues referenciados em alguns sítios não abragem os próprios parceiros?

Porque é que algumas listas de blogues parecem seletivas?

Já os meus pais me avisavam que será na cama que fizeres que te deitas; e temos feito (professores) a nossa cama.

dos modelos

fiz alterações ao modelo do blogue;

reconheço que sou, de alguma forma, um inconformado, gosto de mudar, de alterar modelos e padrões;

mas que não percebo nada da coisa também é verdade, mudo o que posso, o que sei ou o que consigo;

fica aqui ao lado a lista de blogues, coisas prás aulas, para conhecer, metodologias, recursos;

a caixa de comentário está disponível - condicionada, claro, mas disponível;

estupidificação

o Paulo dá conta de uma grelha que revela o requinte de malvadez com que se trabalha em algumas escolas - seria mau generalizar;

pretensamente as grelhas deviam servir para ser um meio de facilitação de trabalho, alguns até dizem de objetivação de processos e de avaliação; contudo tornaram-se um fim em si mesmas;

e vi, no final do ano letivo, docentes, colegas, presos a uma grelha e a uma avaliação; condicionados por aquilo que a grelha dizia e atribuía, como se valesse por si, como se fossem fim e não um meio;

considero dois problemas no contexto da utilização excessiva das grelhas (e costumo dizer que tudo o que é demais cheira mal);

o fim em que se tornaram para justificar, legitimar pretensas objetividades (não lhe chamo arbitrariedades por preceito) - já aqui o escrevi, a vida não cabe numa tabela de dupla entrada; será que a objetividade de um processo (o da avaliação) não decorre do trabalho desenvolvido ao longo do ano? dos indicadores serem se não claros, pelo menos conhecido…

e continuamos a conversar

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depois de um manifesto (que não foi uma manifestação) ter juntado tantos e tão diferentes autores da blogosfera educativa, o pessoal gostou e continua junto - pelo menos na escrita;

a ideia é simples, há quem lance um temaa partir do qual se cruzam olhares, estabelecem diálogos, trocam perspetivas; tudo na escrita de cada um e no seu cantinho, dando conta dos outros pontos de vista;

e está lançado o primeiro tema, as férias escolares;

já escrevi algumas coisas (e ainda hoje irão surgir +) sobre o tema que o Alexandre nos propõe, dando origem a comentário que torna visível algumas das ideias que circulam em seu redor - o trabalho dos professores, as funções e missão da escola, a relação com o mercado, entre outros;

a partir do texto (de arranque) do Alexandre há duas ideias que destaco e que considero essenciais;

de um lado, a função social da escola; entre as reconfigurações a que a escola tem sido sujeita uma delas passa pela guarda da criança; queira-se ou não, concorde-se ou não à…

coisas novas

aqui ao lado ficam, desde hoje, duas ligações novas,

uma sobre o project based learning - mesmo coisas das aulas;

outra de alguém que não é marado das ideias e ao qual não falta sal, não senhor - e que eu gosto imenso (de ler e ouvir);

o aluno

uma síntese, com destaques do editor, hoje disponível no ComRegras:

Na generalidade das situações, as causas apontadas para o insucesso (e que se relacionam estreitamente com os comportamentos) dizem respeito ao que designo como santa trindade do insucesso, desinteresse, indiferença, alheamento. Esta triangulação tanto se expressa por disciplinas, como por docentes, tanto pela escola como pela falta de sentidos pessoais.Vai daí não seria interessante criar formas de promoção do sucesso escolar que passassem pela criação de sentidos e objetivos de vida ao aluno? Não seria muito mais interessante promover formas e estratégias de apoio ao aluno para que ele consiga perceber e pensar quais os sentidos da escola, definir objetivos pessoais, agir socialmente em conformidade envolvendo-se com a vida e não apenas com a escola?Relacionar insucesso escolar com conteúdos e práticas disciplinares é escasso em medidas de promoção do sucesso. Bem que se podiam perspetivar e analisar a alteração de i…

entre uma coisa e outra

a minha contribuição de hoje para o sítio ComRegras talvez seja vista como provocação;

talvez por isso mesmo lhe tenha chamado "donald trump e a escola portuguesa",

que raio é que uma coisa tem a ver com a outra?

pessoalmente prefiro-a como alerta; mais não seja contra o isolacionismo que destaquei mais abaixo e que hoje o senhor volta a dar conta, como se sozinhos pudéssemos tudo, contra todos;

do artigo que pode e deve ser lido no sítio dele, retiro a conclusão final,
Um e outro têm em comum o facto de afirmarem a “revolução individualista”, isto é, um e outro darem corpo à “(…) erosão das identidades sociais, [a] desafeção ideológica e política, [a] desestabilização acelerada das personalidades”. Um e outro fruto e resultado do desencanto, do desânimo, da indiferença, do deixa andar que logo se vê. Olham o passado como referência, não para avançar, mas para glorificar e, se possível, recuar. Recuar e recuperar o tempo perdido, a glória desfeita, aqueles tempos que servem,…

coisas para ler

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coisas que valem a pena;

mas, estou certo que muitos dirão que
não é na minha disciplina,
não é com os alunos que tenho,
não é na escola onde ando

estou também certo que muitos ficam a pensar: como será possível?

coisas de agenda

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colabora semanalmente com o sítio ComRegras, vale a pena passar por lá; 
de tal forma vale a pena que se está a tornar um caso de sucesso e, por que não, com todas as referências para ser um eventual estudo de caso; 
isto por que habitualmente a agenda educativa é ditada e definida por uma de duas entidades, 
pelo governo, fruto de iniciativa e mobilização, tipo discussão pública ou puxar à agenda mediática aquilo que será do seu (do governo) interesse; 
da imprensa, que por isto ou por aquilo puxam a escola e a educação para a primeira página; 
ora o Alexandre, o editor do com regras conseguiu nos tempos mais recentes ser ele a definir e a ditar a agenda da comunicação social e a ser post de muitos e bons blogues; 
é obra e vale bem a pena

coisas em forma de passeio

andei a passear por espaços onde escrevi, a ver e rever e reler o que escrevi em tempos diferentes; 
e já tenho alguns espaços de escrita, de larachas que deixo aqui e ali; 
começou aqui, fui por ali, passei aqui e agora aqui estou; 
não consigo criar uma estória, mas há aqui escrita que daria para muito de mim mesmo e sobre mim mesmo; 
mas o passeio foi ver e rever o que escrevi nesta mesma altura por outros contextos (de espaço e de tempo e de saberes meus); 
e, qual filho meu, gosto quase sempre do que escrevi - valha-me isso

coisas que podem ser uma seca

os especialistas em educação crescem a olhos vistos;

já aqui o escrevi por diversas vezes e não me canso de o voltar a fazer, há especialistas em educação em cada um de nós - afinal, como há treinadores de bancada, chefs, governantes e políticos, que dizem que fazem mas que não têm partido;

cá nós somos assim, temos opinião para tudo e sobre tudo, não serve é para nada; a não ser dar seca a quem lê; na altura certa, nos sítios eventualmente adequados o pessoal furta-se à emissão de opinião, aí calamos e consentimos o que sempre

foi o meu caso, dei com esta posta, é cá uma seca,

dizem-se banalidades, vulgaridades e lugares comuns que até parecem coisa séria, mas é apenas seca

coisas do cérebro

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anda na moda o cérebro, o seu estudo e o papel que as neurociências aí têm; é moda, mas é também a reconfiguração de uma relação que existe praticamente desde o final do século XIX entre a medicina e a educação, nomeadamente na definição (prescrição) dos comportamentos;

por acaso (ou talvez não), sempre me questionei, qual a. gedeão, sobre as diferenças, entre um cérebro de um «bom aluno» e de um «mau aluno», será que existem diferenças entre eles? como se expressarão em mapeamento do cortex?

e, quando se é curiosos quase tudo o que nos rodeia diz respeito à nossa curiosidade, a psicologia explica essa coisa do envolvimento do nós com o contexto;

mas na passada terça feira tive oportunidade de ouvir p. abrantes a falar da relação entre as neurociências e a sociologia (um texto interessante onde articula razão e emoção), agora, por intermédio de outras inquietações dou com 9 coisas que os professores devem saber sobre o funcionamento do cérebro,

coisas de amigos

há ca tempos lá para trás o alexandre henrique convidou-me para escrever num espaço que tinha criado e que, qual mero acaso, acompanhava com regularidade;

afinal é um espaço dedicado às questões dos comportamentos, com ou sem regras como afirmamos quando trocámos ideias; gosto das opiniões, de perceber e sentir o que por ali uns e outros escrevem e senti como um privilégio o convite que me foi feito;

ora enquanto convite para casa de um amigo, e enquanto não existem partilhas de cumplicidades, porto-me bem, sou (mais ou menos) formal e procuro ir ao encontro daquilo que penso serem as expetativas dos outros relativamente a mim e a à minha escrita; daí eu escrever ali como não escrevo aqui - o respeitinho é muito bonito e fica bem, há que haver regras :)

agora dá-me o privilégio de me conceder o destaque naquele seu espaço dando destaque não apenas a este meu espaço mas a algumas ideias que aqui deixo;

só posso (devo) agradecer e reconhecer que é assim que se cumprem cumplicidades entr…

destaque

um texto meu, publicado no sítio ComRegras ganhou destaque no clicprofessor;

não sei se é para ficar entre o orgulhoso e o contente, se duvidoso e interrogativo;

seja o que for, dá mais passantes por aqui;

sinto o olhar sobre a minha escrita