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da economia

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e da escola;

este é um blogue sobre a escola e sobre a sala de aula;

mas, na escola e na sala de aula, também entraa vida como ela ée o que dela faz parte;

as notícias de hoje, ao darem conta da significativa taxa de crescimento portuguesa no 1º trimestre, mostram que há sempre alternativas - por muito que digam que não;

há sempre mais que uma forma de esfolar coelhos, dar conta do recado, cumprir promessas;

também na escola e em sala de aula, há sempre uma outra forma, um outro modo de atingir resultados;

flexibilidade, para que vos quero

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a questão da flexibilidade não pode, nem deve, funcionar por si;

coisa óbvia, mas, por aquilo que oiço e leio, não é parece assim tão clara;

a flexibilidade (curricular, organizacional, escolar, pedagógica, profissional, ou o que se entenda) deve funcionar como capacidade de adaptação de respostas (soluções) a problemas;

passar da rigidez industrial e organizacional

que carateriza a escola desde o início do século XX, para além das sempre saudáveis ilhas de diferenciação,

para uma rigidez assente em pretensa flexibilidade mais vale estar quieto;

a flexibilidade, como tudo, deve responder a problemas

e, para além disso, deve ser encarada como estratégia de um trabalho;

a questão é que muitos não fazem a mínima ideia de como utilizar a flexibilidade;

além do mais implica alterações a rotinas do quotidiano, coisa que em muitas escolas preferem estar mal do que experimentar alternativas;

flexibilidade

há muito que defendo que um dos problemas do sistema educativo passa pela sua rigidez;

já lá vai o tempo, se é que houve alguma vez esse tempo, de ensinar a muitos como se de um só se tratasse;

do pronto a vestir escolar e pedagógico, com medida certa, preceito definido e bainha à altura;

de há uns anos a esta parte esse receituário não pega e, em muitas escolas, os professores, a gestão, sozinhos ou em parcerias, criam-se e recriam-se alternativas;

algumas já contempladas, desde os percursos curriculares alternativos, aos cursos de educação e formação, aos profissionais disto e daquilo, a leitura particulares da turma + ou a projetos disto e daquilo a diversidade é mais que muita num país que se julga centralista e homogéneo,

há muita coisa criatividade e diversidade e por muito lado, com maior ou menor legitimidade, com mais ou menos conformidade, com mais ou menos conhecimento do parceiro os professores fazem uma gestão criativa do currículo, dos programas;

fazem reinterpretações d…

Teorias

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preparo o terceiro período e, desta feita, com desafio a mais três colegas (ciências naturais, inglês, geografia) para que implementemos um projeto comum;

trabalho de projeto que sai da exclusividade da minha sala de aula para se envolver com outras disciplinas, com outros docentes;

o pretexto é simples, experimentar o novo perfil do aluno numa escola e com um conjunto de professores e alunos concretos;

o desafio direi que é interessante (ou engraçado) envolver duas áreas disciplinares e três (ou quatro) disciplinas na identificação de soluções para o nosso tempo;

o risco é... arriscado, isto é, passa por quebrar lógicas ditas tradicionais e avançar-se, ainda que sorrateiramente, para processos de envolvimento, partilha e colaboração - não na teoria, não em mesas redondas onde se discutem temas bicudos, mas na prática, no quotidiano de uma escola e de várias salas de aula;

se desafiei colegas e se aceite, então há que preparar, orientar, apoiar e adequar tanto os colegas como os alun…

dúvidas

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e incertezas, fruto de um espírito sempre inquieto, irrequieto e algo insatisfeito - eu mesmo, pois claro;

ontem numa turma da qual todos os docentes apontam como elementos fulcrais o desinteresse, o alheamento, a indiferença, o deixa andar, a absoluta falta de resiliência, o mfacto de ninguém gostar de coisa nenhuma

(não um, mas todos os alunos, o que dá para estranhar),

optei por organizar a aula em diferentes blocos, 3 momentos distintos, com pausas e tudo e diferenciar, entre eles, objetivos, tarefas e produtos;

não correu mal; dos habituais, 30 a 40 minutos de rendimento penso ter chegado aos 60, talvez 70 minutos de assumido trabalho - a partir daí :(

deu para pensar numa das modernices que por aí circula, por alguns designada de gamização da sala de aula, (ou este, de onde retirei a imagem) isto é, tornar a sala de aula algo parecido com um jogo, seja ele virtual/digital, seja ele real, físico;

não sou, em área nenhuma, purista de coisa nenhuma, para dar conta que irei, de aco…