prática cultural

publicado no sítio ComRegras, uma síntese para complementar outros adizeres meus:



Entendo currículo, na esteira de J. Pacheco (2011. Currículo: entre teoria e métodos. Cadernos de Pesquisa, 39 (137), pp. 383-400), enquanto “prática cultural”. Isto é, decorrente das diversidades que um dado meio contém e assumindo as opções de selecionar e diferenciar conteúdos, estratégias de ensino e metodologias de avaliação.
[perante esta ideia considero como] desafio, o articular um contexto com as suas circunstâncias. Isto é, as soluções terão de passar por uma gestão e articulação delicada (com assumidos contornos de política pedagógica por parte dos diretores e dos professores) entre aquele que é o seu contexto (que eu entendo na triangulação de espaço, tempo e saberes) que são sempre irrepetíveis e contingentes com aquelas que são as suas circunstâncias (aqui entendidas enquanto objetivos, interesses e estratégias dos atores). O contexto  é história, é cultura, é tradição. As circunstâncias são formas de mobilizar e orientar para o que queremos (ou que uns querem), para o futuro e para as soluções. E não será coisa fácil na plena consideração dos muitos interesses e objetivos que compõem hoje a escola. Este é o maior dos desafios.


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