Diretor ou executivo

A partir de um texto de hoje no público está montada a discussão sobre os modelos de gestão para a escola pública nacional;

Sinceramente, sinceramente considero que não há modelos perfeitos;

E os cargos, os órgãos são aquilo que as pessoas dele fazem;

Sei de diretores que agem e se orientam como se estivessem num conselho diretivo/executivo sem daí vir mal ao mundo;

Conheço diretores que são assumidos déspotas que utilizam o silêncio (e o medo) como modelos de gestão;

Sei de órgãos (conselho geral ou pedagógico) que assumem as suas funções e cumprem os seus objetivos;

Sei de executivos que desde sempre agiram de forma autocrática;

Reconheço que o modelo de eleição atual não será o mais adequado - muito por culpa dos corpos ou do colégio eleitoral onde se corre o risco de acontecer o que recentemente aconteceu nos EUA, ganhar aquele que menos querem;

Contudo, não sei se o problema será do sistema ou simplesmente do funcionamento dos órgãos - onde grandemente se sente a desvinculação das pessoas ao papel e aos objetivos que os deviam orientar - ser reguladores, assumirem-se como fontes de poder próprio e não meras caixas de ressonância do chefe;

Considero que aquilo que mais tem prejudicado o sistema/modelo de administração da escola tem sido a indiferença, o alheamento, a apatia da maioria que integra o pedagógico (onde se considera uma maçada as reuniões e as discussões), ou do conselho geral (onde nenhum dos corpos gosta de partilhar o seu protagonismos ou as suas estratégias com o parceiro);

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