o rabo, senhor, ai o rabo

nada de monta, apenas utilizo a expressão muito alentejana que, aquando da matança do porco, afirma que o rabo é o que mais custa a esfolar; depois de toda a trabalheira de matar e tratar do animal, o fim, o rabo, é o que mais custa; 

e este fim de ano letivo tem-me custado um bom bocado; não que tenha afazeres por aí e além, até mais parece que o pouco que tenho me permite estranhar; mas há afazeres que não me apetece fazer, pronto; tipo elaborar relatórios de departamento, dar conta das atividades feitas, organizar a estatística, responder a relatórios de articulação curricular vertical e de aulas assistidas, para além de vigiar ou coadjuvar em exames, dar apoio a alunos que irão a exame, preparar e organizar reuniões para o qual sem a minha léria pessoa não se fariam 

tou cansado, pronto...

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