das conversas

sou candidato a diretor do meu agrupamento; 

não há nem parece que haja ou venha a existir qualquer debate ou troca de ideias ou esclarecimento sobre opções, sentidos, princípios ou o que seja; cada um tem aquilo que faz por merecer; 

mas vou dando conta disso sempre que posso, mostro disponibilidade, não crítico, nem sequer comento os outros candidatos, conheço-os pessoalmente não conheço as ideias que apresentam e que selecionaram de entre aquelas que transportam, de resto à semelhança da minha pessoa; 

mas há duas ideias que acumulo; 

não estou nem vou nem pelo mando, pelo poder, vou pela decisão, pela troca de ideias entre todos, pela identificação de pontos que não têm de ser de consenso, claramente difíceis ou mesmo impossíveis mediante o alargamento de lógicas, princípios e interesses que pululam pela escola; depois não vou nem estou por horários, meus ou de outros, do grupo ou do departamento; estou pelo coletivo, por todos e não por alguns; se isto não são diferenças, porra digam-me as diferenças; nestes aspeto a diferença com outras propostas é abissal; 

finalmente e quanto mais estórias oiço mais medo e receio tenho de ganhar, mas mais empenhado fico; ele há com cada história de bradar aos céus onde o receio é de se manterem princípios e lógicas de arbitrariedade e de descricionaridade; 

mas cada um tem aquilo que faz por merecer, o resto são crónicas...

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