dos alunos - bons e menos bons

depois de ler este apontamento com mais vontade fico de trabalhar como trabalho;

assim mesmo, pela resolução de problemas, pela pesquisa autonoma ainda que orientada, pelo docente ou por questões, com recurso a partilha de ideias, a uma regulação tripartida da avaliação, entre o aluno, o grupo que pode integrar e pelo profe, à qual se junta de quando em vez a opinião dos pais;

gosto mesmo de trabalhar como trabalho, mas não tem sido pêra fácil enfrentar, sozinho, primeiro os alunos, que estão convencidos que há apenas um modo de "dar aulas", depois os pais, que, de igual modo, ficam com a veleidade de querer dar uma aula ao profe sobre como dar aulas (já resisti, já os enfrentei, já os ouvi), agora integro-os no processo e, não menos importante, os colegas profes, que, tal como alunos e pais, estão plenamente convencidos que há apenas uma forma de "dar aulas"; se não tivesse sido um diretor, então presidente do concelho executivo, a aguentar comentários e tentativas de julgamento na praça pública provavelmente ter-me-ia metido para dentro; felizmente não aconteceu;

ao ler este apontamento estou certo que muitos colegas dirão que não é possível, não é viável, que não se pode transpor uma realidade;

pois, para tudo é necessária apenas uma e só uma coisa, vontade; muitas vezes não existe por receio, isolamento, estranheza, ausência de apoio;

mas que vale a pena, lá isso vale;

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