figuras de autoridade
talvez para futuros desenvolvimento; por ora apenas uma conversa para ver o que resulta;
direi que uma das coisas que tenho notado, em termos de alterações, no decorrer da minha prática pedagógica, decorre das concepções sobre a figura do professor enquanto elemento de autoridade; aluno;
direi que o docente tem perdido (por razões e circunstâncias várias) a imagem perante o aluno (e perante os pais?) enquanto referência de autoridade;
direi, por aquilo que pude assistir nos últimos tempos, que as crianças têm por hábito tratar os adultos que o rodeiam como mais um colega/companheiro/amigo;
esta situação faz com que o aluno olhe para o professor, no prolongamento da relação que tem com os adultos, como mais um;
isto é, os pais são adultos que não exercem a autoridade, o seu poder coercivo, não limitam nem condicionam a ação aos mais novos;
a maior parte das vezes há um prolongamento das situações de adolescência para dentro dentro da idade adulta, isto é, adultos com trinta ou 40 anos prolongam comportamentos e atitudes de quem tem vinte ou vintes e poucos anos (pelas roupas, pelo modo de falar e de se comportar, pelas atitudes de relação);
não consigo descascar esta ideia muito mais, direi apenas que o facto de a juventude se prolongar pela idade adulta, faz com que o aluno, enquanto criança, olhe o professor como se se tratasse de mais um dos elementos que povoam a sua esfera de relação;
o professor deixa de ser olhado (e considerado) como um adulto, isto é, uma pessoa com possibilidade de exercício da sua autoridade ou pelo reconhecimento do respeito
entre adulto e criança e na cabeça desta última, esbatem-se fronteiras, aligeiram-se níveis e patamares, horizontalizam-se as relações;
perdem-se e esbatem-se as figuras de autoridade essenciais à definição de relações públicas diferenciadas;
direi que uma das coisas que tenho notado, em termos de alterações, no decorrer da minha prática pedagógica, decorre das concepções sobre a figura do professor enquanto elemento de autoridade; aluno;
direi que o docente tem perdido (por razões e circunstâncias várias) a imagem perante o aluno (e perante os pais?) enquanto referência de autoridade;
direi, por aquilo que pude assistir nos últimos tempos, que as crianças têm por hábito tratar os adultos que o rodeiam como mais um colega/companheiro/amigo;
esta situação faz com que o aluno olhe para o professor, no prolongamento da relação que tem com os adultos, como mais um;
isto é, os pais são adultos que não exercem a autoridade, o seu poder coercivo, não limitam nem condicionam a ação aos mais novos;
a maior parte das vezes há um prolongamento das situações de adolescência para dentro dentro da idade adulta, isto é, adultos com trinta ou 40 anos prolongam comportamentos e atitudes de quem tem vinte ou vintes e poucos anos (pelas roupas, pelo modo de falar e de se comportar, pelas atitudes de relação);
não consigo descascar esta ideia muito mais, direi apenas que o facto de a juventude se prolongar pela idade adulta, faz com que o aluno, enquanto criança, olhe o professor como se se tratasse de mais um dos elementos que povoam a sua esfera de relação;
o professor deixa de ser olhado (e considerado) como um adulto, isto é, uma pessoa com possibilidade de exercício da sua autoridade ou pelo reconhecimento do respeito
entre adulto e criança e na cabeça desta última, esbatem-se fronteiras, aligeiram-se níveis e patamares, horizontalizam-se as relações;
perdem-se e esbatem-se as figuras de autoridade essenciais à definição de relações públicas diferenciadas;
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