tempo

esta semana tem decorrido em perfeita normalidade (e bato na madeira três vezes de modo a evitar surpresas no tempo que ainda falta);

persisto e insisto, negoceio e rateio, vou à frente e volto atrás, mas afirmo o meu caminho perante as turmas, aquelas mais complexas;

desta feita e sem qualquer garantia de sustentabilidade, vejo que estou no caminho certo;
não é (apenas) uma questão de teimosia, passa, e muito, por analisar a situação, procurar diversos e diferentes pontos de vista, experimentar, arriscar outros modos e outras formas, ver e esperar, cá está o tempo como variável essencial, os resultados, saber e perceber se um momento é de confiar ou de desconfiar, de persistir ou de insistir;

Os meus apontamentos são essenciais para garantir coerência de atitudes, não me desviar de forma menos correta ou, nas palavras dos alunos, injusta - e o sentimento de justiça para um aluno é determinante na afirmação da relação com o professor;

e esta semana tem valido a pena; dei os parabéns àquelas duas turmas (uma é a minha direção) e disse-lhes que me senti numa aula normal, um professor normal, uma turma normal;

fecho com chave de outro e pergunta um aluno, e professor, o que é normal?

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