regressos

no regresso vêm sempre diferentes;

ontem recebi duas turmas nas antípodas, uma interessada, que sabe que o futuro passa pela escola, apesar de não saber qual o futuro nem qual o interesse;

outra, desinteressados, desligados, com cultura distante da escola, quando não mesmo em divergência;

estes últimos estiveram diferentes do ano anterior, aparentemente, para arranque uma outra vontade, uma outra aparente predisposição; penso para os botões se nuvem passageira ou entrada de estação; a ver vamos;

os outros, mais à vontade, mais soltos, mais ruidosos, com necessidade de serem chamados à atenção, mais implicados e envolvidos, como se o espaço fosse o seu, natural, descontraídos;

para quê as expetativas? é um re começo é (quase) sempre diferente, pelas experiências adquiridas, pelo crescer, pelo sedimentar de atitudes e pensamentos;

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