hereditariedade

há coisas que já deixei de comentar em público; mas não resisto em escrever;

primeiros dias de aula; na sala de professores comentam-se as turmas, as novas e as que continuam, fala-se dos alunos, deste e daquele, das disposições e vontades;

há quem, nesta análise, faça comparações, habitualmente pela negativa, sendo depreciativos;

ah, o irmão era assim, este não deve ser diferente;

o pai é assim ou assado, o filho certamente não será diferente;

como se na escola existisse uma qualquer forma de hereditariedade das vontades, das motivações;

como se as competências fossem ou tivessem uma base genética, tal pai tal filho;

que correspondência existirá nesta hereditariedade? que implicações terá nas mobilidades sociais e/ou escolares?

será que degenerei?

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