falta barro

com o barro que temos dificilmente se conseguirão cumprir objetivos que são pedagógicos desde os finais dos anos 80 do século passado;

com as cabecinhas pensadoras que por aí existem, será deveras complicado (e complexo) cumprir com objetivos sociais, que deviam ser de todos;

muitos não abdicam da sua postura de dificultar processos e resultados como se isso fosse sinónimo de rigor e qualidade;

a maioria não se sabe organizar para analisar situações, identificar respostas, propor outros modos (ou formas) de apoiar alunos e famílias;

muitos, apesar de tentarem e se esforçarem, fazem-no sem qualquer orientação, sentido ou enquadramento tendo apenas como base o seu voluntarismo e os resultados escolares não dependem de voluntarismos;

a falta de princípios de autonomia levam a que a maior parte se desresponsabilize, culpe outros ou parceiros, se esqueça de refletir sobre os seus próprios processos e práticas;

enquanto não se definirem outras formas de organizar a escola, o trabalho docente, as respostas educativas e se articulem processos escolares com questões sociais, não há volta a dar;

não temos barro de jeito para este boneco e tudo continuará serenamente como sempre...

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