sobre crises
que a educação e a escola estão e andam em crise, todos sabemos,
seja qual for a geração a que cada um pertença, já ouviu, comentou ou opinou sobre a crise que graça na educação;
já foram escritas inúmeras páginas, imensas bíblias sobre a crise educativa, dos valores e coisas que tal;
chaga-se ao ponto de se afirmar que afinal a única estabilidade que existe é a mudança; se assim for ou se assim é, então a crise escolar ou educativa são elemento genético da vivência escolar e educativa;
mas este é um ponto de vista interessante e no qual me revejo significativamente;
o caráter instrumental da educação e da ação escolar é, grandemente, um dos elementos essenciais para uma dada perceção da própria crise escolar e educativa que se vive, em particular neste século;
a desvalorização das dimensões sociais e humanas, da qual não desligo em nada, as expressões (artística e física) em muito contribui para essa dimensão de crise; querer associar a formação escolar a uma profissão (há mesmo quem queira associar a uma vocação) faz com que a educação (em sentido lato) e a escola (enquanto elemento restrito da sua intervenção) percam sentido e se caminhe para uma legitimação do self made man que apenas nos sonhos é possível;
seja qual for a geração a que cada um pertença, já ouviu, comentou ou opinou sobre a crise que graça na educação;
já foram escritas inúmeras páginas, imensas bíblias sobre a crise educativa, dos valores e coisas que tal;
chaga-se ao ponto de se afirmar que afinal a única estabilidade que existe é a mudança; se assim for ou se assim é, então a crise escolar ou educativa são elemento genético da vivência escolar e educativa;
mas este é um ponto de vista interessante e no qual me revejo significativamente;
o caráter instrumental da educação e da ação escolar é, grandemente, um dos elementos essenciais para uma dada perceção da própria crise escolar e educativa que se vive, em particular neste século;
a desvalorização das dimensões sociais e humanas, da qual não desligo em nada, as expressões (artística e física) em muito contribui para essa dimensão de crise; querer associar a formação escolar a uma profissão (há mesmo quem queira associar a uma vocação) faz com que a educação (em sentido lato) e a escola (enquanto elemento restrito da sua intervenção) percam sentido e se caminhe para uma legitimação do self made man que apenas nos sonhos é possível;
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