do programa

a esta hora discute-se o programa de governo na assembleia da república; enquanto isso acontece algumas notas sobre a dimensão da educação;

1, entre o programa expresso, o oculto e o praticado por onde nos ficaremos? não registo uma estratégia de articulação com a juventude, p.e.;

2. gosto imenso da ideia onde se afirma que «A educação é um meio privilegiado de promover a justiça social e a igualdade de oportunidades. A nossa política educativa garantirá a igualdade de acesso de todas as crianças à escola pública e promoverá o sucesso educativo de todos, designadamente ao longo dos 12 anos de escolaridade obrigatória» e que, para o efeito, se irá centrar «na escola e na sua organização, autonomia e iniciativa, para a identificação das estratégias mais eficazes»; se a isto se juntar a possibilidade de «Incentivar a flexibilidade curricular, desde o 1.º ciclo, recorrendo a diferentes possibilidades de gestão pedagógica, gerindo com autonomia os recursos, os tempos e os espaços escolares, adequadas aos múltiplos contextos existentes, tendo em vista a melhoria da qualidade das aprendizagens e o sucesso educativo de todos os alunos» então seria feita uma pequena grande revolução:

3. contudo e para que isso tenha e surta algum efeito, por pequeno que seja, torna-se essencial «Criar condições para que as escolas e os agrupamentos, em articulação com os centros de formação, as instituições do ensino superior e outros intervenientes, se assumam como espaços privilegiados para a formação contextualizada dos seus docentes»;

nesta minha síntese estão duas das ideias pelas quais me bato há muito, flexibilidade organizacional (assente numa assumida responsabilização da ação de autonomia escolar) e formação (não se gere de outra forma, nem os professores fazem de outro modo porque pura e simplesmente não sabem);

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