o portefólio como estratégia

não me fico pelo questionar, simples ou elaborado, nem pela interrogação, seja ela metódica ou indutora da ação;

assumo, por muito que por vezes não escreva, que gosto mais de discutir as soluções do que amassar os problemas - por muito que isso possa não (trans)parecer por esta escrita;

para enfrentar alunos que não querem (pura e simplesmente não querem) aprender estou a utilizar o portefólio;

habitualmente já o utilizo enquanto instrumento de organização da avaliação;

agora uma vez que não há conteúdos a integrar no portefólio, peço que o aluno escreva, de princípio pequenos textos, quem sou, de onde sou, como sou, por que sou, o que quero ser;

depois oriento o trabalho do aluno, mediante um ou outro desenvolvimento do texto, da sua escrita; pego no que foi escrito e como foi escrito e pergunto porquê? para desenvolver uma ou outra ideia;

que é certo e seguro? que resulta? não sei, experimento;

se não der volto a outra, experimento de outro forma ou de outro modo, logo verei, caso a caso...

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