coisas engraçadas

sou docente dos ensinos básico e secundário;

neste processo sou obrigado (não sei por quem, mas sou) a definir:
instrumentos de avaliação,
apresentar e elucidar critérios de avaliação,
distribuir pesos e ponderações

se questionado por quem quer que seja lá terei de apresentar provas provadas de conteúdos, metas, estratégias e o que mais for solicitado, registado que está em tabelas, grelhas e matrizes, (sempre para proteção e salvaguarda de nós mesmos);

os alunos mal sabem ler e escrever, mas tudo isto tem de ser feito,

no ensino dito superior, onde as crianças já são adolescentes e, muita das vezes adultos certos e cientes de si, nada disto, tudo fica ao critério (tantas vezes arbitrário e discricionário) do senhor professor;

fazem-se frequências, exames, recursos e coisa que tal e o aluno conhece os conteúdos e já não é mau; quanto a critérios de avaliação, népia, segredo profissional;

diria que nem tanto à terra nem tanto ao mar, certamente ao longo da linha de costa estarão algumas das medidas de bom senso - no meu contexto (ensino básico e secundário) por questões de parentalidade e concorrencialidade, no superior por mera honestidade intelectual;

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