experimentação

o público dá conta da experimentação da utilização de temas de abordagem e não disciplinas;

para efeitos de confusão (até gostava de criar colunas):

não gosto de experiências - na educação, em qualquer área social, são sempre contingentes, diretamente dependentes dos atores - temos bons atores temos um bom teatro, temos atores razoáveis e temos um teatro que nem razoável chega a ser;

gosto da ideia, desenvolver e envolver, implicar e partilhar; lá está a grande frase do trabalho de projeto,

diz-me e eu esqueço , 
ensina-me e eu recordo, 
envolve-se e eu aprendo;

colocar-se-á o grande, o enorme desafio à escola (aos professores e aos pais encarregados de educação, aos diretores):

responder com flexibilidade onde tem presidido a rigidez,
tornar ágil o que é amorfo,
implicar onde tem presidido a autocracia e a determinação;
valorizar o erro em detrimento da resposta correta;
criar espaço para as perguntas sem respostas, onde predominam respostas sem perguntas;
fazer e não reproduzir;
exercer a autonomia, fazer dela uma prática e não pedir autonomia, nem ser retórica;

determinante, fundamental, essencial, crítico o papel das estruturas intermédias (para já não falar nas lideranças dos senhores diretores) a apoiar e não a criticar, a acompanhar e não a avaliar, a ajudar e não a criarem empecilhos;

é toda uma cultura que se reconfigura;

ou talvez não e tudo continuará como sempre, impávidos e serenos a seguir manuais e procedimentos normalizados

aqui ao lado estão inúmeros sítios de apoio teórico com exemplos práticos na área da metodologia de projeto (PBL);

vamos ver o que me calha;

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