do antigamente

à entrada da sede do meu agrupamento alguém teve a feliz ideia de colocar memórias de muito boa gente;

a carteira antiga, ligeiramente inclinada (dizem agora, depois de décadas de tampo liso e direito que era essencial para a disgrafia), espaço próprio para os lápis como para a a caneta;

não permitia o balancé da cadeira, conjunto agrupado que era o todo;

nem espaço para a mala, longe ainda os tempos das mochilas; apenas curto espaço debaixo do tampo para que se colocassem alguns dos cadernos;

tenho memória de estar sentado ao lado do Cocas, meu parceiro de carteira ao longo de todo o primeiro ciclo e, de quando em vez, forte ponteirada, para evitar trocar o lápis de mão, eu que tinha tendência de escrever à esquerda;

outros tempos, memórias importantes para que o pessoal perceba onde estamos agora...

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