transparência

gosto de associar ideias oriundas de sítos que não da educação ou da escola, à escola e à educação;

é o caso deste noticia referente à transparência dos municípios no âmbito da sua informação on line;

primeiro, é mesmo a norte que a transparência acontece, pelo sul aparentemente não se precisa, nem oiço queixas ou reclamações; veja-se o singelo lugar de évora, 156º e nem falo naquele onde resido, o de arraiolos, na posição 245º - será que consideram os seus munícipes idiotas? (e há bons exemplos, caso de fronteira, 20º, reguengos de monsaraz, 23º, os únicos na lista dos primeiros 30) - talvez não seja importante este processo de transparência, talvez ninguém ligue a esta coisa;

segundo, transpondo a ideia para a escola fico curioso sobre que informação surge nos portais de escolas e agrupamentos, que utilidade, que indicadores, que referências, que utilidade para quem não é da escola ou para aqueles que sendo precisam de serviços;

o que saberá o público em geral e os utentes da escola e da educação em particular sobre a sua escola, aqueles indicadores mais comezinhos, nº. de alunos, de docentes, gastos em água e luz, nº. de refeições ou aqueles já mais desenvolvidos, tempo de resposta a pedidos por via digital, serviços disponibilizados on line;

foram anos a mais a lidar com a opacidade, a dizer e a afirmar que informação é poder (não é, o conhecimento é que é poder e há quem confunda), a sonegar, a omitir, pronto, a esconder informação por mera e simples questões de protagonismos;

mas que se precisa de transparência, precisa, sem ela não há serviço público...
imagem daqui;

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