coisas do sucesso

ou da falta dele

direi que me sinto algo entalado;

entre, de um lado, convições e ideias de escola e da sua organização

e

do outro

pressupostos e orientações de trabalho e da ação docente;

escrevi numa última entrada
as estratégias de promoção do sucesso vão recair sobre o trabalho dos professores, esta uma pequena grande divergência com o chefe de missão;

divergência por que considero que deviam incidir em questões de organização escolar e letiva (coisa que sei que o senhor chefe de missão concordaria comigo) - mas estas notícias desmentem e contradizem em absoluto;

o que as opções e orientações definem, de um lado, e as medidas de política fazem mais não é que mostrar, uma vez mais, a desconfiança que o poder central tem relativamente aos seus funcionários;

e aqui o meu entalanço;

é que sei que uns e outros têm razão; afinal, se não existirem orientações muitos dos seus funcionários ficam se não desorientados pelo menos inativos, expectantes;

do outro, sei e tenho consciência que o local, deixado ao seu livre arbítrio opta, em muitos casos, por medidas descricionárias, arbitrárias e algo totalitárias (do eu quero, posso e mando);

obviamente que não seria em todo o lado; se calhar nem na maioria dos sítios; se calhar sou eu que tenho o privilégio de andar por sítios onde não vale a pena pedir opinião aos professores;

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