Mudanças

A partir desta entrada penso na relação entre políticas e práticas;

Não vale a pena as políticas mudaram, serem as melhores do planeta, as mais bem pensadas e escritas se não se consegue pensar os modos, as formas com que elas são lidas;

Qualquer política, mas umas mais que outras, implicam alterações não apenas das práticas mas da forma de pensar as práticas,

Flexibilização implica uma alteração significativa dos modos de organização da escola e, particularmente, dos docentes;

Não podemos pensar em flexibilização se persistirem os mesmos modos de fazer e de nos organizarmos.

A permanência e a resistência de uma  "gramática de escola" choca frontalmente com outras formas e outras gramáticas;

A questão passa, no meu entendimento, por perceber que gramática usamos e mobilizados para gerir o quotidiano;

Por isso penso, escrevo e defendo que a mudança está em cada escola e na forma como aí, localmente, se organizaam atores e estratégias, se pensam opções e se implementam estratégias;

Flexibilidade centralizada não dá

Flexibilização rígida e/ou normativa não dá.

Nem aqui, nem filandia.

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