de uma entrevista

esta entrevista do senhor ministro da educação revela, no meu entendimento, três situações interessantes;

uma outra geração (com percurso, história e objetivos diferenciados) chega ao poder; é certo que não é uma gestão linear (tradicional?), mas não deixa de ser interessante perceber como "um [novo] estrangeirado" olha, analisa e gere a política nacional;

gosto das pontes, delicadas, complexas, poliédricas, que perspetiva entre três partidos que têm tido, nos últimos 20 a 30 anos posições tão diferentes quanto o céu e a terra; aproximar diferenças, identificar consensos, construir pontes é muito mais complexo e desafiante que estar rezingão, rabugento, do lado oposto, ser do contra;

mas não deixa de ser mais do mesmo; por um lado limitação e condicionamento da escola pública (aqui o papel das autonomias locais é determinante, com meios e que não se devem esgotar na municipalização, seja qual for o pretexto) e de fazer omeletes sem ovos, isto é, não há dinheiro não há vícios (e a escola e o sistema educativo está cheio dele);

o início aproxima-se, espero para ver...

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