o tempo da escola

a partir de uma peça do Público, o tema é recorrente - mas não deixa de ser pertinente;

para mudar é o carmo e a trindade, um ai jasus que nos acuda à santa tranquilidade;

é mais fácil manter rotinas, procedimentos mesmo que por vezes não se percebam origens, seja contraproducente ou descabido o seu sentido;

mudar apenas por modernice ou mania também não,

mas não ficava mal criar um espaço de diálogo sobre o tempo da escola;

até que ponto a organização em semestre não seria mais adequada a lógicas da avaliação (e do sucesso) escolar?

ou seja, feito um primeiro momento de avaliação seriam definidas e adotadas as estratégias de apoio e recuperação para, no final, se realizar a "prova dos novos";

reduzem-se as hipóteses de sucesso pela redução do número de momentos de avaliação?
não creio, apenas se criaria a hipótese de clarificar as opções entre avaliação formativa e sumativa;

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