futuros

estou certo que a tendência expressa na imagem e na notícia se irá manter pelo futuro;

existirão cursos que se extinguirão (por falta de procura, por desadequação, por modismos ou por simples diatribes de quem de direito) e outros se (re)criarão (por pressão, modismos, oportunidades, futuros);

considero esta dinâmica algo normal e "natural", fruto de uma dinâmica do tempo e do papel que a ciência tem no contexto social;

a questão que levanto passa por outro lado;

poderá a escola manter a sua estratégia disciplinar, herdada da revolução francesa e da revolução industrial?

poderá a escola manter um currículo rígido, programas compartimentados, instrumentos de avaliação segmentados?

a autonomia universitária (ou de ensino superior) permite uma maior adaptabilidade e uma outra capacidade de reconfiguração organizacional (ainda que a estrutura se mantenha);

e o ensino básico e secundário? permanece distante, isolado, compartimentado, fechado?

defendo que muito que poderá ser a escola do futuro passa pela capacidade de o local se adaptar (a públicos e objetivos), contextualizar (a interesses e estratégias), flexibilizar (no currículo e na avaliação);

se lhe chamam autonomia ou apenas criatividade serão questões de semântica - mas não são pequenas;

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