do rigor e das falhas

outra notícia do dia de hoje, sobre falhas nos exames de português, vem contrariar a ideia que os exames são o rigor absoluto, que avaliar em teste é científico e quase que infalível;

avaliar é, sempre, criar um juízo sobre o que outro fez; por muito critério que se defina e determine, por muito pretensamente claro que seja a regra e a orientação, avaliar é um juízo, um valor, algo que é passível de não se adequar ou contextualizar aqui ou ali, a este ou àquele;

pessoalmente não vejo nada de mal nisso, o grande problema que encontro é querer considerar a avaliação como ciência infalível, qual física newtoniana, aí é que falham;

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