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recursos humanos

na generalidade das instituições (em particular das escolas) não conheço, não me apercebo, não vislumbro estratégia de gestão de recursos humanos; certamente que aquando da distribuição de serviço docente deverão existir critérios, orientações, umas explicitas e conhecidas, outras nem tanto, sobre a coisa, mais não seja naquilo que uns quantos designam de perfil para (o que quer que seja); mas uma estratégia sustentada, orientada, coerente, organizada, divulgada, eventualmente mas não necessariamente debatida, não conheço; cada um faz o que pode, o que sabe ou simplesmente o que quer; cada um segue mais ou menos as suas orientações, com maior ou menor criatividade, flexibilidade ou ligeireza; mas gosto de ver, neste final de ano escolar, o quanto brilham alguns olhinhos de docentes quando organizam coisas que gostam, promovem iniciativas na qual se reconhecem e assumem; foi ver uns quantos cabisbaixos, quase que adoentados ao longo do ano, de repente, por iniciativa própria f...

do público

e do privado não me tenho imiscuído nas questões do público e do privado por considerar que é uma excessiva cacofonia o que por aí há e se regista; nada tenho contra o privado, nem destaco de sobre maneira o público; para além disto não consigo acrescentar nada ao debate; contudo, não resisto a comentar, om porquê deste protagonismo individual do amarelo na comunicação social? o porquê e o como manter uma agenda ocupada quando tudo o demais tem sofrido a bom sofrer? o porquê de se dar destaque a um só lado, como se a existisse apenas uma verdade, uma voz? o por quê do excessivo silêncio quer do ministério da tutela, quer dos sindicatos do setor?

uma coisa é uma coisa

outra coisa é outra coisa; esta notícia , que achei interessante, daria mano para mangas para quem, como eu, gosta de analisar e perceber as situações de disciplina, as alterações de comportamentos; sumariamente chega-se à conclusão que existem diferentes perspetivas de análise, de avaliação como de consideração sobre aquilo que uns e outros designam como indisciplina; para uns, alunos, diminuiu, para outros, diretores, aumentou; e eu ainda pergunto, e os senhores diretores tiraram a ideia de onde? das participações? dos comentários? dos registos? da sua própria percepção? mais, se fossemos ver as ideias que cada um dos entrevistados carrega sobre a concepção de indisciplina muito provavelmente ficaríamos ainda mais surpresos com a coisa;

coisas novas

aqui ao lado ficam, desde hoje, duas ligações novas, uma sobre o project based learning - mesmo coisas das aulas; outra de alguém que não é marado das ideias e ao qual não falta sal, não senhor - e que eu gosto imenso (de ler e ouvir);

experiências

Imagem
e expetativas a partir da school education gateway vá de me envolver numa área onde digo trabalhar há já algum tempo e onde preciso de mais e mais informação; sozinho não aprendo, nada melhor que partilhar com outros, mesmo que os outros estejam a milhas daqui; é preciso é querer, o resto logo se verá - no fim farei os meus prognósticos;

por acaso

sou dos que defendo e afirmo acreditar no pai natal e no coelhinho da páscoa, mas não acredito em coincidências; em educação e na escola nada surge por acaso, nada acontece por mera coincidência; tudo resulta do trabalho (ou da sua falta), da dinâmica (ou da sua ausência), do empenho e determinação (ou dos modos como se orientou e dinamizou o trabalho) que se coloca na ação de todos os dias; em educação e na escola precisa-se, muito mais que noutros campos, de coerência, persistência, perseverança; em educação e na escola precisa-se, muito mais que noutros campos, de tempo; para crescer, conhecer, ser, duvidar, questionar, aprender, decidir; quando muitos se mostram espantados pelo empenho, entusiasmo e trabalho de alguns alunos, em particular daqueles que vivem da fama (e de algum proveito) de nada fazer, não acontece por acaso, não é mera coincidência; em educação e na escola nada surge por acaso, nada acontece por mera coincidência; e como gosto de chegar aqui e de ver...

surpresas

final do ano letivo e as propostas de trabalho que apresentei (o tempo do castelo) assumem o cruzamento entre uma dimensão de rigor e exigências (ao nível disciplinar) com dimensão lúdica (assumido o final de ano e de aprender a brincar); com este cruzamento apenas pretendo aprofundar o tempo histórico, por um lado, como o de ajudar o aluno a criar os seus sentidos de trabalho escolar, de organização e orientação sem que ele se aperceba mas que, quase que de repente, a coisa esteja ou seja evidente para o próprio; na apresentação, que fiz na semana passada, não senti grandes reações, nem foram feitos comentários que despertassem alguma atenção; no decorrer da semana as perguntas que me chegaram foram escassas e de uma aluna apenas; hoje, em contexto de sala de aula, ia preparado para fazer o ponto de situação e, se fosse necessário e para quem o fosse, reconfigurar estratégias, alterar propostas; qual quê, fui deveras surpreendido pelos alunos, empenhados, interessados, curio...