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estratégias

de sala de aula;

a partir de uma entrada (irritação) minha dou conta do que sairá à cena;

já experimentei trabalho de projeto; já fiz trabalho à sessão;

agora irá sair um mix, entre trabalho de projeto e trabalho à sessão;

tendo por base um tema dos conteúdos, lançar uma questão/problema para apresentação de propostas na semana seguinte;

estamos limitados às pesquisas (por disponibilidade de recursos ou por vontades), assim irei partir do manual, dos textos e das referências que ali constam;

lançar a questão/problema (no caso à luz das transformações culturais do século XVIII qual o papel da ciência hoje - como se faz ciências);

e, em vez de andarmos duas ou três semanas em exploração, orientação, trabalho é mesmo de uma semana para a outra;

vamos ver (e avaliar)...

governar por decreto

nunca tínhamos assistido a tantas assinaturas de um presidente americano (ou de qualquer outro lado) como nesta última semana com Trump;

é o governo por decreto, como se por decreto se alterassem modos e modelos, lógicas e princípios;

nada muda,

apenas uma visibilidade que nunca antes houve; é o campo das intenções, dos desejos ou das vontades;

até parece na escola, onde, não poucas vezes, há a tendência de governar por escrito, dando ordens por escrito;

e depois falam em RAM - resistência à mudança;

ah pois é...

alternativas

o meu principal desafio passa por pensar em formas, meios, estratégias, metodologias que envolvam, impliquem e mobilizem o aluno;

estar numa sala de aula com mais 20 pessoas que pura e simplesmente não querem ali estar é um desatino só compreensível para quem lida com a situação;

para além de não quererem, quando resistem, ou quando criam dificuldades, quando regateiam tudo e mais alguma coisa, a situação torna-se ainda mais complexa;

um fala, outros não ouvem, todos falam, todos se fartam, ninguém ouve nada - o tempo passa... leeeennnnto;

irritante

tenho uma turma, em particular, mas não só, que me tem irritado, pelo facto que não consigo identificar estratégias ou metodologias que alterem comportamentos e, principalmente, modifiquem atitudes;

são de uma total e completa displicência, abandono, desinteresse; não têm más notas; inclusivamente na disciplina estão acima de qualquer linha de água;

mas com uma displicência, uma atitude em sala de aula que dá a volta a um santo - e logo eu…

utilidades

a formação, qualquer formação, serve para aquilo que com ela fizermos;

decorre de interesses, objetivos, estratégias (individuais, profissionais, pessoais);

a formação serve sempre para alguma coisa;

mais não seja para falarmos sobre ela, retirarmos ideias, trocarmos opiniões, dizermos bem ou mal, que é isto ou aquilo;

basta falarmos, para que tenha sido útil;

pelas conversas a formação foi útil;

Diferentes mas iguais

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Duas abordagens que dizem aparentemente a mesma coisa mas assentam em princípios bem diferentes ;

Têm, assumidamente, uma mesma mais valia, falam de coisa tão banais, tão banais que ajudam o pessoal a pensar-se;

E dizem ou defendem uma mesma ideia

A necessidade de flexibilidade, de criar condições de adaptabilidade (organizacional, turmas, avaliação, currículo);

E ambos defendem a mesma ideia, é preciso ousar

Sou suspeito, mas gosto de ouvir

curso

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apesar de curso não se irá ensinar (quase) nada;

amanhã, a abrir, David Justino e José Verdasca; dois olhares sobre uma mesma situação, o sucesso do aluno e os modos de a escola se organizar;

têm os dois o mesmo defeito (entre outros) são ambos de economia, da área da gestão com assento na educação;

têm os dois uma mesma virtude, entre outras, sabem o que dizem, percebem do que falam;

se conseguirmos pensar juntos seria uma coisa interessante e mais interessante ainda se tirássemos ilações em conjunto;

começa amanhã; escola secundária de montemor-o-novo;

no âmbito da formação de professores, no qual está acreditada na modalidade de curso de formação, as inscrições foram largamente superadas; em termos individuais, quem quiser que apareça;

coisas das aulas

literalmente, e agora comigo mesmo;

um aluno dava voltas ao manual; ora prá frente, ora para trás;

que procuras?

onde é que está aqui esta matéria, e lá dizia o título do conteúdo;

está aí mesmo, disse eu referenciando o livro;

mas onde? que não encontro nada;

pensei cá para comigo, assim, num instante

hipótese 1, dizer ao aluno onde está; despachar a coisa;
hipótese 2, dizer ao aluno que terá de procurar;

optei pela segunda hipótese; e disse ao aluno que bastava ele ver e não apenas olhar e que esse ver implicaria talvez um pouco de leitura; pronto, tábém, deixei a recomendação, que podia procurar pelo princípio, pelo índice;

continuei a circular pela sala e, de quando em quando, a deitar o olho ao aluno; de modo a que não perdesse a curiosidade, que não desmobiliza-se;

às páginas tantas, pergunto, então, ainda não?

oh professor, tou farto de olhar e não vejo nada,

e já leste o que tens pela frente? começa pelo princípio;

e assim fez,

às páginas tantas, um grito na sala, até que enfi…